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Aquilo que o limite acendeNão foi o corpo que me assustou. Foi perceber que eu queria justamente porque não podia.
É isso que pega.
Quando dizem “não olha”, pronto. Alguma coisa dentro da gente já quer saber o que tem ali.
E eu olhei.
Não que seja corajosa. Nem porque queria desafiar alguém.
Olhei porque, de algum jeito, eu já estava curiosa antes mesmo de admitir.
A boca dizia uma coisa. O corpo, outra.
E o desejo seja essa presença escondida...
Uma vontade meio sem educação, que não pede licença e não combina com aquilo que a gente costuma dizer sobre si.
Tem coisa que só fica interessante porque é proibida...
E talvez o prazer mais perigoso nem seja fazer.... seja perceber que, por alguns segundos, a gente queria não precisar se segurar. Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 21/09/2026
Alterado em 21/09/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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