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Imagem:Depois,
Depois do vinho, o corpo fica mais honesto. ou puro...
Não porque diz tudo, mas porque para de fingir o que precisa dizer,
Com olhos, com boca, com gestos...
Depois do ato, da taça melada de uvas esmagadas sugas... há um silêncio diferente.
Não é distância. Nem algo como tédio... um medo... um tal reconhecimento do quê se queria ser mentira, mas foi urgências, delirios embriagues consiente!
Um silêncio mudo... A verdade é que é só o mundo voltando devagar... para dentro da pele.
A taça vazia em algum lugar, a respiração ainda morna, a roupa em algum lugar sem importância.
Ninguém pergunta nada. Olhos se olham até com questionamentos, mais ninguem puxa a conversa estranha!
Porque há perguntas que estragam a coisa, como acender a luz... no meio de uma prece, Ou uma desculpa para ir embora e mergulhar dentro desse silêncio sabor: GOSTEI TANTO... mais que o rotulo que vendo é, CONTRA APAIXONAMENTOS.
O silêncio, às vezes, é o jeito mais limpo e sujo da mente... onde se continua tocando lugares que o sabor inundou sem pedir salvamento.
É quando a boca descansa e o desejo, já sem pressa, fica ali, deitado entre os dois, feito animal manso.
Depois do vinho, depois do peso bonito, dos copos feito corpos depois do riso baixo e da sede confundida
Ah amor..
O silêncio nada explica. confunde o medo com ressaca, Guarda silabas agitadas... e guardando, Ahhh... Ele diz quase tudo!
Com novas intenções engarrafadas ou distanciamentos por medos do vício, não planejados!
Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 17/06/2026
Alterado em 19/06/2026 Comentários
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