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Ode ao Masculinohá um instante que o corpo não cabe mais em si
e não é sobre ato é acúmulo é sobre o que foi ficando
no olhar na pausa na respiração que muda sem aviso
o homem ali não como imagem e sim, como presença que pesa.
um calor que não queima mas insiste arder... lateja pede espaço.
há prazer antes do toque no quase no risco de romper o limite na consciência de que poderia… e ainda não pode, o tempo estica... o ar fica denso a pele é o centro de atenção, e o centro do sangue pulsar.
Já não é mais controle nem entrega é rendição silenciosa que o corpo sabe e nesse ponto não existe certo ou errado
existe pulso... existe vontade... existe vida...
vivada demais, Tesa demais, pra ser contida.
reverência ao homem menino masculino. Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 17/03/2026
Alterado em 17/03/2026 Copyright © 2026. Todos os direitos reservados. Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. Comentários
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