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Um retrato em camadas… como se o tempo tivesse aprendido a respirar devagar.
Há um rosto que se repete não por vaidade, mas porque uma só versão nunca foi suficiente.
Olhos que sabem… sabem do que ficou, do que não voltou, do que ainda insiste em nascer.
A luz não invade, ela pede licença.
Toca a pele e entende que ali moram histórias, não superfícies.
O sorriso não promete nada. Ele apenas permanece.
Inteiro. Firme. Quieto.
Entre sombras e recortes, existe uma mulher que não se explica.
Ela se sustenta. E isso… isso já é poesia. Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 02/01/2026
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