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Quero-te livre, sem correntes, quero-te inteiro, como o sol invadindo a manhã, colorindo o céu de vermelho paixão...
Ainda assim, se houver amarras, que sejam só de desejo, profano, insano, calmo e sereno...
E no imobilizar com teu corpo algema, que seja no quarto, no mar, na mata ou sob a lua… nu despido de qualquer pudor!
Quero-te sem metades, sem medidas e se metade tu vies, saberei ser inteira mesmo com cacos colados de vivências...
Quero-te homem... quero-te humano e com todos os sentimentos que te moldam...
Quero-te como quero realizar um sonho, em uma vertigem plena do desejo que não se prende... e ssim liberta! Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 24/08/2025
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