![]() Um Brinde... Aos relacionamentos cruéis — não por maldade, mas por verdade. Por despirem a gente da ilusão, da pose, da ideia confortável de controle.
Um brinde àquilo que juramos evitar, enquanto olhamos por cima do ombro esperando que nos alcance. Às entregas que começam com “não posso” e terminam com a pele marcada, o peito cheio, a lucidez em frangalhos.
Um brinde ao que nos desorganiza, porque só o que bagunça também tem o poder de revelar.
E que a gente continue — entre o orgulho ferido e o desejo aceso — a se jogar no abismo com nome e sobrenome.
Porque é ali, entre o perigo e a delícia, que a vida pulsa de verdade. Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 24/03/2025
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