A mineração sempre foi uma força motriz do desenvolvimento. Moldou economias, conectou territórios e impulsionou comunidades. Mas os tempos mudaram — e, com eles, a forma como enxergamos e conduzimos essa atividade essencial também precisa evoluir.
Hoje, entendo com ainda mais clareza que mineração moderna não é apenas sobre extrair minério. É sobre gerar valor com inteligência, responsabilidade e visão de futuro.
Esse valor vai além da produtividade. Ele está em como cuidamos das pessoas, gerimos os recursos, respeitamos o meio ambiente e nos posicionamos diante da sociedade. Está na forma como migramos de uma lógica meramente operacional para uma cultura transformacional.
Em algumas realidades do setor, mesmo com estrutura robusta e investimentos relevantes, os desafios estão menos no maquinário e mais na ausência de processos estruturados, na baixa integração tecnológica e na necessidade de qualificação técnica contínua.
Não se trata de crítica, mas de reflexão.
Não basta produzir em escala — é preciso garantir maturidade na gestão, consistência nos processos e clareza na governança. É assim que se constrói uma operação resiliente, segura e sustentável.
Porque não basta ser grande. É preciso ser estrategicamente maduro.
É essa maturidade que transforma a mineração em um verdadeiro ecossistema — que respeita a vida, entrega resultados consistentes, protege o território e prepara o futuro.
Essa é a mineração que me inspira.
Essa é a mineração que o mundo espera de nós.
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