Quanta tristeza há no peito,
E na solidão das horas vejo-te!
Mesmo quando não há um sol
Teu calor inunda-me’ alma!
Quanto pesar, há no coração,
Mesmo angustiado pela ocasião
Assim tu me abraças no ar que bate;
Acalentando meu peito em sofreguidão!
Mesmo que não haja beleza em rimas...
Desnudaste-me sem presa,
Absorveu-me na cadencia de um malandro,
E ceaste meu corpo em chama,
Saciando tua fome em doses brandas!? Monet Carmo
Enviado por Monet Carmo em 30/07/2008
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