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28/09/2025 11h02
Resposta: Não carrego a eternidade frágil de uma Borboleta de outra história...
Tu me chamas de libélula livre… e é isso q eu sou. Não carrego a eternidade frágil de uma borboleta tatuada na pele de outra história… Eu sou a pressa da vida no voo curto da libélula, q nasce sabendo q vai morrer antes… mas vive cada segundo com a fúria de quem não pede licença.
Não sou musa nem delicadeza… sou fala rasgada, riso sem freio, sou peoa de estrada q bebe da poeira e da noite, sou cigana q não sossega, q lê destino nos olhos de qm cruza meu caminho. Mais moleca q menina… mais verdade q enfeite.
E se enfeitei teu coração, não foi com delicadeza de bailarina… foi com o peso da minha intensidade, com a coragem de ser eu, sem moldes, sem comparação. Eu não brilho porque imito… eu brilho porque sou chama própria.
Tu me viste entrar pela fresta… eu fiquei porque quis. E no bater rápido das minhas asas, te dei o q tenho de mais cru e verdadeiro: vida curta, mas amor vivido como se fosse eterno. Publicado por Monet Carmo em 28/09/2025 às 11h02
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